Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens

Mulheres ganham 31% mais que homens na área de marketing, revela pesquisa


Levantamento do serviço SalárioBR apontou sete profissões em que o público feminino tem rendimentos maiores. Construção civil e marketing são destaques

Thinkstock/Getty Images
Analistas de construção civil do público feminino recebem até 19% mais que os homens
No cargo de analista de marketing, as mulheres recebem um valor 31% maior que os homens: o salário médio delas é de R$ 3.005,01, contra R$ 2.300,97 dos rendimentos masculinos, revelou um levantamento do serviço de pesquisa de salários e cargos SalárioBR.
A pesquisa mostrou também outros seis cargos em que o público feminino leva a melhor no quesito rendimentos. É o caso do analista de construção civil, em que as mulheres recebem até 19% a mais. Já na área de engenharia de automação, o salário é até 12% maior.
Com rendimento 3% superior, as mulheres se destacam nas funções de diretor de recursos humanos, engenheiro cartográfico e gerente de agricultura de pecuária, ainda de acordo com a pesquisa. Elas também ultrapassam os homens na ocupação de assistentes de comunicação, com rendimento até 1,17% maior.
Apesar do destaque nestas sete profissões, dados do IBGE de 2011 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que o salário médio masculino ainda é maior: R$ 1.962,97 contra R$ 1.561,12.
Confira o rendimento médio mensal em sete carreiras em que as mulheres recebem mais que os homens:
CARGO        HOMENS                   MULHERES      DIFERENÇA (%)
Analista de construção civil      R$ 3.179,00      R$ 3.770,00        19%
Gerente de agricultura e pecuária      R$ 4.284,84      R$ 4.411,00        3%
Assistente de comunicação      R$ 1.621,18      R$ 1.640,52        1,17%
Engenheiro de automação      R$ 5.212,39      R$ 5.847,00        12%
Engenheiro cartográfico      R$ 5.081,67      R$ 5.219,00        3%
Analista de marketing      R$ 2.300,97      R$ 3.005,01        31%
Diretor de recursos humanos      R$ 11.545,00      R$ 11.912,00        3%
Fonte: SalárioBR



http://economia.ig.com.br/carreiras/2013-06-11/mulheres-ganham-31-mais-que-homens-na-area-de-marketing-revela-pesquisa.html

Abstinência antes do casamento melhora vida sexual, diz estudo

Casais que adiam as relações íntimas tenderiam a uma vida sexual satisfatória no casamento

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Foto: Thinkstock/Getty Images

Esperar até o casamento para fazer sexo melhoraria a qualidade sexual da relação

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho - tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento - os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.

Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta "Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?".

Religiosidade
Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

"Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo", diz ele.

"Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento."

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.

"Casais que chegam à lua de mel cedo demais - isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento - frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis."

http://delas.ig.com.br/amoresexo/abstinencia+antes+do+casamento+melhora+vida+sexual+diz+estudo/n1237898745343.html

Comparar salário pode trazer infelicidade

Comparar o próprio salário com os de amigos e familiares pode levar à infelicidade, segundo afirma um estudo realizado na França. Pesquisadores da Escola de Economia de Paris analisaram dados de um levantamento europeu para descobrir que três quartos dos entrevistados disseram considerar importante comparar seus rendimentos com os dos outros.

Mas aqueles que comparavam os salários se diziam menos contentes, principalmente os que olhavam os salários de amigos e familiares ao invés dos de seus colegas.

Foto: Getty Images

“Olhar constantemente para os outros parece tornar o mundo um lugar menos feliz e mais desigual”, dizem pesquisadores

O estudo, publicado na revista acadêmica Economic Journal, diz que os mais pobres são os mais afetados.

Satisfação

Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa que entrevistou 19 mil pessoas em 24 países da Europa.

As repostas mostraram que quanto mais importância as pessoas davam a comparações de salários, mais baixo elas se consideravam em relação a níveis de satisfação com a vida e de padrão de vida, além de se sentirem mais deprimidas.

A pesquisa não identificou diferenças entre homens e mulheres em relação a quanto eles comparam seus rendimentos com os de outras pessoas.

A limitação das comparações de salários com os colegas de trabalho parece ser menos nociva. Segundo o estudo, a comparação com amigos pode gerar até duas vezes mais infelicidade que a comparação com colegas.

Segundo os pesquisadores, a comparação do salário com os de colegas de trabalho pode ajudar a impulsionar os sentimentos sobre as perspectivas de renda futura.

“Olhar constantemente para os outros parece tornar o mundo um lugar menos feliz e mais desigual”, concluíram os autores do estudo.

Pobres

A pesquisa descobriu ainda que as pessoas de países mais pobres comparam mais seus salários do que as pessoas nos países mais ricos e, dentro dos países, as pessoas mais pobres comparam mais os salários do que as pessoas mais ricas.

“Eu achava que as pessoas ricas comparassem mais, porque quando você está no fundo da escala o que realmente importa é conseguir o mínimo necessário, mas não foi isso o que vimos”, disse o coordenador da pesquisa, Andrew Clark.

Para o professor Cary Cooper, especialista em psicologia organizacional e saúde na Universidade de Lancaster, o tipo de pessoa que se compara constantemente com outros pode sofrer de insegurança.

“A comparação com colegas de trabalho é justa, mas com amigos de escola que tiveram as mesmas oportunidades, você pode pensar: ‘Eles se deram muito melhor, então eu devo ser menos competente’”, diz Cooper.

“Eu aconselharia as pessoas a não se compararem e a serem felizes com o que elas são e com a situação em que elas estão – e lembrar que aquelas pessoas com quem você está se comparando podem não estar mais satisfeitas”, afirma.

Estudo realizado na Europa conclui que a comparação do próprio rendimento com o de amigos ou familiares pode fazer mal

BBC Brasil

http://www.economia.ig.com.br/financas/carreira/comparar+salario+pode+trazer+infelicidade/n1237644149575.html

Mulher x dinheiro: pesquisa mostra como essa relação muda com o tempo

A relação das mulheres com o dinheiro muda com o passar do tempo, mostrou uma pesquisa realizada pela Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, com mais de 2 mil mulheres.

Entre aquelas com até 25 anos de idade, a aposentadoria é considerado como algo distante e grande parte delas ainda não está pensando no assunto. Por isso, menos de metade investe ou poupa . Mesmo assim, elas têm o interesse de comprar ou reformar a casa no longo prazo. No curto prazo, gastam mesmo é com moda (roupas, sapatos e acessórios).

Em relação à casa em que vivem, elas têm pouca responsabilidade nas decisões de compra e no pagamento das despesas domésticas.

Outras faixas etárias
Quando analisadas as mulheres entre 26 e 40 anos, é possível observar que algumas já começam a pensar em aposentadoria, mas, mesmo assim, menos da metade delas poupa ou investe. Entre as que costumam poupar ou investir, muitas vezes fazem isso sem objetivo específico.

Essas mulheres têm baixo grau de responsabilidade no pagamento das contas domésticas, assim como as mais novas, mas têm relevante grau de responsabilidade em relação às decisões de compra familiar.

Entre as mulheres acima de 40 anos, apesar de menos da metade poupar ou investir, elas já avaliam a melhor forma de se preparar para a aposentadoria. Este grupo é responsável pelas decisões de compra da família, sendo que dividem com o parceiro o pagamento das despesas domésticas. Os principais gastos evitáveis, mas que elas fazem, são com produtos e serviços para a casa.

http://br.pfinance.yahoo.com/17022010/22/financas-mulher-x-dinheiro-pesquisa-mostra.html

Banho de sol aumenta libido masculina, sugere estudo

Um estudo feito por pesquisadores na Áustria sugeriu que o banho de sol pode aumentar a libido masculina pois a vitamina D produzida eleva a concentração de testosterona no sangue. Boa parte da vitamina D é sintetizada pela pele ao ser exposta à luz do sol e o restante é proveniente dos alimentos.

O estudo, divulgado na revista Clinical Endocrinology, incluiu 2.299 homens e constatou que os homens tinham uma concentração menor tanto da vitamina quanto do hormônio durante o inverno e uma concentração mais alta no auge do verão.
A testosterona pode ter um impacto sobre a libido e os níveis de energia do homem.
Ela também tem funções essenciais tanto em homens quanto em mulheres, mantendo a força muscular e a densidade óssea.
Suplementos
Winfried Marz e seus colegas que participaram do estudo disseram que os cientistas deveriam agora verificar se suplementos de vitamina D têm o mesmo efeito sobre a testosterona.
Ad Brand, do Sunlight Research Forum, na Holanda - uma organização sem fins lucrativos criada para informar o público sobre as descobertas científicas sobre os efeitos do sol sobre a saúde disse: "Os homens que cuidam para que o seu organismo tenha um suprimento de vitamina D suficiente estão fazendo algo bom para os seus níveis de testosterona e sua libido, além de outras coisas."
Mas especialistas em câncer advertem que exposição excessiva ao sol é prejudicial à saúde.
Allan Pacey, especialista em andrologia da Universidade de Sheffield, disse: "Nós sabemos que, em termos médicos, nós podemos aumentar a libido e o bem-estar geral dos homens com baixa concentração de testosterona através de uma terapia de reposição hormonal."
"Mas isso é dentro de um conjunto determinado de circunstâncias clínicas em que a produção de testosterona é baixa."
"Se um homem saudável nota mudanças significativas durante o ano todo não é tão claro e eu recomendaria aos homens que tenham bom senso se usarem camas de bronzeamento nos meses de inverno por causa dos riscos associados ao uso excessivo."
Jessica Harris, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, também advertiu contra a exposição excessiva ao sol e lembrou: "As pessoas também podem aumentar sua concentração de vitamina D comendo mais alimentos como peixes oleosos, tais como salmão, truta ou cavala."

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/02/03/banho+de+sol+aumenta+libido+masculina+sugere+estudo+9385774.html

Peixes têm boa memória e capacidade de aprender, afirma estudo

Parte piada, parte mito, a memória dos peixes tem sido catalogada como a mais efêmera do mundo animal. Porém um estudo feito por pesquisadores australianos concluiu que os peixes não somente podem se lembrar de seus predadores por pelo menos um ano como também têm uma capacidade de aprendizagem excelente.

"Isto significa que seu comportamento é, ao contrário do que se pensava, altamente flexível", disse à BBC o coordenador do estudo, Kevin Warburton, pesquisador do Instituto de Terra, Água e Sociedade da Universidade Charles Sturt, na Austrália.
Segundo Warburton, que analisou em detalhes o comportamento dos peixes de água doce da Austrália e em particular a perca prateada, peixe comum na região, os peixes podem lembrar de seus predadores mesmo após um único encontro.
Esta habilidade para lembrar também se aplica a qualquer objeto que represente uma ameaça. Por exemplo, "se um peixe morde um anzol e consegue escapar, guarda esta experiência em sua memória e é muito difícil que volte a morder um anzol numa segunda oportunidade", explica o pesquisador.
"Por causa do desconhecimento sobre o comportamento dessas criaturas, pode-se cometer o erro de achar que quando não há pesca em uma região determinada é porque se esgotaram os recursos ou os peixes foram embora dali, quando na realidade o que pode estar ocorrendo é que os peixes estão ali, mas não caem na armadilha", afirma Warburton.
Associação
Os peixes aprendem também a conhecer em profundidade seu ambiente e associam a abundância de alimentos ou os perigos com determinados lugares. Eles utilizam esta informação para identificar vias de escape caso apareça uma ameaça e também para traçar suas rotas favoritas.
Outra característica dos peixes, segundo Warburton, é a sofisticação do processo para a tomada de decisões.
Por exemplo, "eles preferem a companhia dos peixes que lhe parecem familiares, já que podem ler seu comportamento mais facilmente". "Eles também escolhem se unir a um cardume porque nadar em grupo lhes traz benefícios em termos de proteção diante dos predadores e na busca de alimentos", explica o pesquisador.
Para colocar a memória dos peixes à prova, Warburton e sua equipe estudaram os peixes em seu entorno natural. Analisaram sua relação com as características próprias de seu habitat e depois transferiram alguns exemplares a uma série de tanques de laboratório.
Lá, os especialistas ofereceram a eles diferentes opções, colocando alimentos em diferentes áreas do tanque e os enfrentando com predadores para estudar seus movimentos e suas reações.
Para Warburton, a habilidade dos peixes para lembrar e para aprender é tão complexa que "estudar seu comportamento nos permitirá aprender algo também sobre nossa própria conduta".

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/01/23/peixes+tem+boa+memoria+e+capacidade+de+aprender+afirma+estudo+9374518.html

Empresários brasileiros estão entre os mais otimistas, diz pesquisa

Sete em cada dez empresários brasileiros estão otimistas em relação ao desempenho da economia do País em 2010. No ano passado, 50% estavam otimistas.

Apesar do aumento do índice para 71%, o Brasil ocupa a quinta posição numa pesquisa da empresa global de auditoria e consultoria Grant Thornton, que mede o otimismo do empresariado de 36 países.
Os brasileiros estão atrás apenas de seus colegas do Chile - os campeões de otimismo, com 85% -, Índia (84%), Austrália (79%) e Vietnã (72%).
"O otimismo do Brasil não chega a surpreender", observa Mauro Terepins, presidente da Terco Grand Thornton, braço da consultoria global no Brasil. "Como o País foi um dos menos afetados pela crise, desde o segundo semestre do ano passado estamos notando uma recuperação", diz.
Para ele, a empresas têm procurado crescer por meio de fusões e aquisições, e muitos se preparam para entrar no mercado de capitais. "Além disso, as perspectivas de aumento de negócios, em especial com a Copa do Mundo, fazem com que eles estejam mais otimistas."

O estudo ouviu mais de 7,4 mil empresas privadas de capital fechado dos diversos países pesquisados. Os índices são obtidos por meio da média entre as respostas dos entrevistados que estão muito otimistas ou otimistas (positivo) e os que estão muito pessimistas ou pessimistas (negativo).
A pesquisa mostrou que a crise mundial fez a configuração da confiança no mundo corporativo virar de cabeça para baixo. Enquanto empresários de países emergentes ou fornecedores de commodities (matérias-primas), como Brasil e Índia, colecionam otimismo, nos países ricos a situação é diferente. Os japoneses, lanterninhas do ranking, estão com índice de otimismo negativo em 72%, e os franceses, em 13%. Já a China obteve um índice positivo de 60% e os Estados Unidos, de 20%.
Ainda assim, na média geral, o mundo está mais confiante. A média de otimismo hoje é de 24%, contra um índice negativo de 16% em 2009. Por região, as companhias da União Européia são as menos confiantes na recuperação da economia: só 7% acham que os negócios vão melhorar. A mais otimista é a Ásia (exceto o Japão), com 64%, seguida da América latina (48%).
Um outro indicativo do otimismo no Brasil é a alta porcentagem de empresas que pretendem contratar mais trabalhadores este ano: 59%, contra média mundial de apenas 20%. A pesquisa também mostrou que 73% dos brasileiros têm perspectivas de aumentar suas receitas em 2010. Além disso, 61% pretendem investir em máquinas e equipamentos e 57% esperam aumento de rentabilidade.
No conjunto dos países, 40% esperam aumento das receitas, 31% vão investir em máquinas e 29% preveem aumento de rentabilidade. Para os responsáveis pela pesquisa, os resultados sugerem que, durante a recessão, as companhias se tornaram mais eficazes, o que pode permitir a redução dos custos e aumento das receitas. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/04/brasileiros+estao+entre+os+mais+otimistas+9262042.html

Estudo liga pouco sono a depressão em adolescentes

Dormir cedo protege adolescentes da depressão e de pensamentos suicidas, segundo sugere uma pesquisa divulgada neste sábado. O estudo, realizado pelo Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York, analisou adolescentes entre 12 e 18 anos e concluiu que os que vão dormir após a meia-noite tem 24% mais chances de ter depressão do que os que dormem antes das 22hs.

Entre os que dormem menos de cinco horas por noite, a chance de depressão é 71% maior do que entre os que descansam oito horas.
A pesquisa, que analisou dados de 15,5 mil adolescentes coletados na década de 90, foi publicada na revista especializada Sleep.
Um em cada 15 dos jovens analisados estava deprimido.
Pensamentos suicidas
Além do risco mais alto de depressão, aqueles que iam dormir após a meia-noite tinham 20% mais chances de pensar em suicídio do que os que dormiam antes das 22hs.
Entre os adolescentes que repousavam menos de cinco horas por noite, o risco de pensamentos suicidas era 48% maior.
A depressão e os pensamentos suicidas também foram mais frequentes em meninas, jovens mais velhos e entre os que tinham uma percepção menor de quanto seus pais se preocupavam com eles.
A maioria dos pais dos adolescentes analisados pelo estudo havia determinado que seus filhos fossem dormir antes das 22hs. Um quarto deles permitia que os filhos dormissem depois da meia-noite.
Em média, os jovens dormiam sete horas e 53 minutos por noite, menos do que as nove horas recomendadas para a faixa etária.
Exercícios regulares
O coordenador do estudo, James Gangwisch, disse que apesar da possibilidade de que adolescentes deprimidos tenham dificuldade para dormir, a ligação entre a hora determinada pelos pais e a depressão sugere que a falta de sono tem um papel no desenvolvimento da condição.
Segundo ele, a falta de sono afeta as respostas emocionais do cérebro e leva a um estado de irritação que dificulta lidar com as dificuldades do dia-a-dia.
Essa irritação pode afetar o julgamento, a concentração e o controle dos impulsos.
"A quantidade adequada de sono pode então ser uma medida preventiva contra a depressão e um tratamento para a depressão", disse.
Sarah Brennan, presidente da organização de saúde mental YoungMinds, disse que "sono suficiente, boa comida e exercícios regulares são essenciais para se manter emocionalmente saudável".
"Quase 80 mil crianças e adolescentes sofrem de depressão (na Grã-Bretanha), mas nós ainda estamos falhando em dar aos nossos jovens a ajuda e apoio para lidar com ela e preveni-la."

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/01/02/estudo+liga+pouco+sono+a+depressao+em+adolescentes+9261078.html

Ser humano pode nascer com necessidade de ajudar

Qual é a essência da natureza humana? Cheia de falhas, dizem muitos teólogos. Ruim e viciada em guerras, escreveu Hobbes. Egoísta e em necessidade de grandes melhorias, pensam muitos pais.

Mas os biólogos estão começando a formar uma visão mais positiva sobre a humanidade. As conclusões derivam em parte de testes realizados em crianças pequenas, parcialmente comparados com testes realizados em chimpanzés, esperando que as diferenças mostrem o que é distintamente humano.

A resposta um pouco surpreendente à qual alguns biólogos chegaram é que os bebês naturalmente ajudam uns aos outros. Claro que todo animal precisa ser até certo ponto egoísta para sobreviver. Mas os biólogos também veem nos humanos uma vontade natural de ajudar.

Quando crianças de 18 meses veem um adulto que não é seu parente com as mãos cheias e que precisa de ajuda para abrir uma porta ou pegar um lenço que caiu no chão, elas imediatamente ajudarão, escreveu Michael Tomasello, psicólogo de desenvolvimento, no livro "Why We Cooperate" (Por que Nós Cooperamos, em tradução livre).

Tomasello é o co-diretor do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, Alemanha.

O comportamento parece ser inato porque aparece muito cedo e antes de muitos pais começarem a ensinar às crianças o comportamento cortês.

Tomasello descobriu que a ajuda não aumenta com estímulos, sugestionamento ou treinamento influenciado. Ela parece acontecer em todas as culturas com regras de ensino diferentes. Por estes motivos, Tomasello conclui que ajudar é uma inclinação natural, não algo imposto pelos pais ou pela cultura.

Crianças ajudam com informação, bem como de maneira prática. Da idade de 12 meses elas apontarão objetos que um adulto finge ter perdido. Chimpanzés, ao contrário, nunca apontam as coisas para ajudar o outro.

As raízes da cooperação humana podem estar na sua agressividade. Nós somos egoístas por natureza, contudo também seguimos regras que exigem que sejamos agradáveis uns com os outros.

"Por isso nós temos dilemas morais", disse Tomasello, "porque nós somos ao mesmo tempo egoístas e altruísticos".

Para pais que podem pensar que seus filhos de alguma maneira pularam a fase cooperativa, Tomasello aconselha que as crianças são geralmente mais cooperativas fora de casa, por isso os pais podem se surpreender quando ouvem um professor ou técnico dizer que seu filho é uma boa criança.

"Nas famílias, o elemento competitivo predomina", ele disse.

http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/12/01/ser+humano+pode+nascer+com+necessidade+de+ajudar+9188109.html

Olhar para a competição atrapalha

Por Época NEGÓCIOS

Empresas podem vencer sem se envolver em uma guerra destrutiva com a concorrência

Existem muitos roteiros para a elaboração de um planejamento estratégico. Mas o que geralmente faz parte do processo é a comparação da empresa com a concorrência e a busca de posicioná-la no mercado – de preferência, batendo a competição. Para fazer isso, obviamente, é necessário conhecer bem os adversários e analisá-los em profundidade. Tudo normal, certo? Não na opinião do professor Arnoldo C. Hax, da escola de negócios MIT Sloan. Para ele, olhar intensamente para a concorrência não é a única forma de se elaborar uma estratégia e, provavelmente, nem é a melhor.

Hax expôs seu modelo teórico no livro The Delta Project, de 2001. Agora ele prepara um segundo volume, com previsão de lançamento para o segundo semestre, e tem reelaborado suas ideias em artigos e entrevistas recentes.

Segundo o professor, por trás da ideia de analisar a concorrência está a busca da superioridade competitiva. E, tradicionalmente, diz-se que essa superioridade só pode ser conquistada de duas formas: pelo menor preço ou por uma qualidade única do produto. Ele acredita que essa visão tem pelo menos dois problemas sérios. O primeiro é que ela incentiva uma mentalidade belicosa, inapropriada para as empresas. O outro é colocar o competidor no centro da visão estratégica da companhia.

Ao colocar o rival no centro, “há a tendência de fixar nosso olhar nele e imitá-lo”, diz o autor. A imitação gera mesmice e, no fundo, tende a impedir os grandes resultados. E esse nem é o maior perigo.

A incapacidade de diferenciar os produtos e serviços de uma empresa é o que em geral a leva a entrar em uma batalha de preços,um caminho destrutivo

Mas, se tirarmos o competidor do centro, quem entra no lugar? A resposta: o consumidor e, por extensão, a própria empresa. Ele argumenta que quando deixa de imitar a concorrência, o esforço do empreendimento passa a ser se separar do bando. É uma forma de mostrar envolvimento com o cliente, e isso conquista naturalmente a sua simpatia.

Ele afirma ainda que as novas tecnologias, principalmente as redes sociais, ajudam bastante nesse processo, porque permitem compreender os clientes em um nível impossível até a criação da rede mundial de computadores.

De acordo com Hax, o modelo delta pressupõe que a empresa nunca está sozinha: “Você precisa trabalhar com o que chamamos de empresa estendida”. Além dos clientes, isso inclui os “complementadores”. Ou seja, as empresas que se especializam em lançar produtos e serviços que melhoram os seus produtos e serviços. A conclusão é que, ao trabalhar com clientes e complementadores, a companhia pode escapar da batalha pelo preço baixo ou pela qualidade única dos produtos.

Ele aponta a Microsoft como exemplo. “Bill Gates não se tornou bilionário por causa do relacionamento com o consumidor”, diz. O Windows nunca foi o melhor sistema operacional. O segredo foi ter o que ele chama de um sistema de “complementadores”:

“Esqueça a imitação e a concorrência. Abrace os clientes e trabalhe com os parceiros. E, não esqueça, a internet apenas tornou tudo isso muito mais fácil”.

The Delta Project Neste livro, de 2001, o professor do MIT Arnoldo Hax sugere um novo modelo para se desenharem estratégias baseado nas ideias de se “ligar” e “prender“ os clientes, usando para isso a força de empresas complementares

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80732-16366,00-OLHAR+PARA+A+COMPETICAO+ATRAPALHA.html

Uma fila pode ser até prazerosa?

A ojeriza às filas é universal. Não importa se no banco, no aeroporto ou mesmo em dia de folga, num parque de diversão com os filhos. Furar filas, aliás, é um dos maus hábitos nacionais. O que pouca gente se dá conta é que o pior da fila não é o tempo que se gasta nela, mas as sensações que ela provoca. É o que afirma o designer e cientista da cognição Donald A. Norman, estudioso da psicologia da espera. Para ele, a aplicação de princípios da psicologia humana na gestão de filas pode melhorar sensivelmente a experiência: “Em lugares onde a espera é necessária, esses princípios não apenas a tornam mais prazerosa como podem fazê-la imperceptível”, afirma Norman.

As filas vêm sendo estudadas desde pelo menos o início do século 20, mas o enfoque foi, em geral, quantitativo. O objetivo era atender o maior número de clientes pelo menor custo e tempo possíveis – basicamente, fazer a fila andar. Desses estudos surgiram importantes inovações, como a de separar as áreas de pedidos e de entregas nas redes de fast-food. Porém, o ângulo emocional foi negligenciado.

Norman está escrevendo um livro a respeito (o título deverá ser Sociable Design, algo como “Desenho sociável”) e criou uma lista simples de aspectos que não podem ser ignorados por quem quer tornar as filas mais agradáveis. Para ele, tudo começa com a emoção. “Essa é a questão mais importante. As emoções não apenas dão cor à experiência como também determinam como ela será lembrada.” Todas as regras criadas por ele, aliás, têm como intuito influenciar as pessoas emocionalmente.

Algumas regras de Norman têm a ver com o que ele chama de “modelos conceituais”. Para começar, as pessoas devem saber por que e o que estão esperando e ter uma noção de quanto devem esperar. Também devem aceitar, tanto quanto possível, que a espera é apropriada. Informar às pessoas quais filas são exatamente para o que e divulgar os minutos de espera, por exemplo, ajudam a evitar frustrações.

Na hora de criar expectativas, no entanto, uma coisa fundamental é que elas sejam, pelo menos, cumpridas. Um truque que os parques da Disney usam, de acordo com o designer, é exagerar nas possibilidades de espera. Quando prometem 20 minutos, em geral a espera real é de dez minutos. Isso faz com que as pessoas achem que a fila foi curta.

Outros cuidados estão relacionados à experiência em si. Manter as pessoas ocupadas faz com que elas não percebam a passagem do tempo. Assim, gerar entretenimento tem sido a opção mais comum. Ter uma só linha se movendo rapidamente dá uma sensação de velocidade maior do que várias filas menores que levam exatamente o mesmo tempo. Perceber que as pessoas estão enfrentando a mesma situação faz com que todas vejam a situação como justa. São regras simples, mas as empresas que conseguem aplicá-las já dão o primeiro passo com o pé direito. (A.O.)

Por Edson porto

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI91396-16366,00-UMA+FILA+PODE+SER+ATE+PRAZEROSA.html

Urina e cinzas podem substituir fertilizantes

Estudo feito na Universidade de Kuopio, na Finlândia mostra que a mistura de urina humana com cinzas de madeira é quatro vezes mais eficiente

Cientistas anunciaram uma descoberta simples e sustentável que pode dar fim ao uso de fertilizantes em plantações e ainda aumentar a colheita. A fórmula? Misturar urina humana a cinzas de madeira e espalhar a espécie de adubo eco-friendly no solo. A combinação ecologicamente correta é tão eficiente quanto os caros fertilizantes minerais, pelo menos para algumas culturas de vegetais, e provoca menos danos ao meio ambiente.
De acordo com o biólogo ambiental Surendra Pradhan, que participou das pesquisas realizadas na Universidade de Kuopio, na Finlândia, a curiosa mistura de cinzas de madeira e urina é rica em nutrientes, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e nitrogênio.
Os pesquisadores envolvidos no estudo fizeram experimentos – controlados em laboratório – para testar a descoberta. Ao cultivar separadamente tomates adubados com parte com fertilizantes minerais, parte com urina e cinzas e uma terceira amostra somente com urina, foi comprovado que o rendimento das plantas que receberam urina humana e cinzas de madeira quadruplicou. Além, claro, de ficar comprovado que esses tomates eram seguros para consumo humano.

Outro experimento mostrou que a urina humana poderá substituir os fertilizantes sintéticos usados no cultivo de pepinos, milho, repolho e trigo em pouco tempo.
Os finlandeses lembraram que cientificamente já havia sido constatada a eficácia da urina humana como adubo, porém eles ressaltaram que são os primeiros a combiná-la com cinzas de madeira, o que potencializou o poder de ação do fertilizante sustentável e deixou o solo menos ácido. Um programa piloto baseado na pesquisa será lançado no Nepal, em novembro.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI94626-16381,00-URINA+E+CINZAS+PODEM+SUBSTITUIR+FERTILIZANTES.html

Brasil deveria ter cinco vezes mais cientistas, diz ministro

O Brasil tem 150 mil cientistas, mas, pela proporção da população, o número ideal seria 700 mil. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (19) pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, no primeiro dia do evento anual realizado pelo ministério que tem o objetivo de despertar a curiosidade dos jovens para a ciência, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A informação é da Agência Brasil.
O evento é realizado simultaneamente em 350 municípios e vai até domingo. "Temos um grande trabalho para fazer, que é formar pesquisadores, mas, para isso, temos que atrair os jovens e isso depende da ciência brasileira ser mais conhecida e o jovem estar participando de exposições e demonstrações de ciências para ele se interessar", afirmou.
"Há vários professores e voluntários participando dessa semana em todo o Brasil e eles fazem demonstrações simples que despertam o interesse do jovem, o que faz com que ele perceba que também pode fazer aquilo", disse.
Segundo o ministro, o Brasil já avançou em algumas áreas como agropecuária, exploração de petróleo e aeronáutica, mas precisa investir em áreas que chamou de áreas do futuro, caso da nenotecnologia, biotecnologia, fontes renováveis de energia e novas energias para transporte.
Na abertura da Semana Nacional de C & T, foi entregue o Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica. Os Correios lançaram selo e carimbo comemorativos ao even

País deveria ter 700 mil pesquisadores, mas conta com apenas 150 mil.
Sergio Rezende afirma que é preciso atrair jovens para a ciência.

Países podem perder 19% do PIB em adaptação ao aquecimento, diz estudo

As mudanças climáticas podem abocanhar até 19% do Produto Interno Bruto (PIB) dos países afetados por calamidades meteorológicas no ano de 2030, de acordo com um estudo patrocinado pelas Nações Unidas divulgado nesta segunda-feira.
O relatório Modelando um Desenvolvimento Resistente ao Clima do Grupo de Trabalho para a Economia de Adaptação ao Clima, que reúne diversas instituições e tem financiamento da ONU, afirma que entre 40% e 68% das perdas econômicas previstas podem ser evitadas aplicando-se imediatamente medidas de adaptação já existentes.
O documento apresenta ainda uma metodologia para calcular o custo da adaptação em qualquer país, que foi aplicada aos casos da China, Estados Unidos, Guiana, Mali, Grã-Bretanha, Samoa, Índia, e Tanzânia.
Clique Leia mais na BBC Brasil:Clique Chuvas e enchentes trazem alerta de mudança climática
"Os países precisam planejar a sua adaptação com muito mais rigor, objetividade e urgência do que foi feito até aqui", afirma o economista britânico Nicholas Stern no prefácio do estudo.
"Devemos às populações mais vulneráveis do planeta reunir o melhor apoio possível para reforçar a sua capacidade de adaptação."
Entre as soluções "boas, bonitas e baratas" para adaptação às mudanças climáticas propostas no documento de 147 páginas estão melhorias no sistema de drenagem e escoamento de águas, a construção de barreiras para o mar e regulamentações mais rígidas para construções.
Entre os países estudados pelo grupo de trabalho, o mais afetado pelo aquecimento global seria a Guiana, que perderia 19% do seu PIB anual em 2030 para enfrentar as graves consequências de enchentes.

Mau tempo à vista

Já o Estado americano da Flórida, vulnerável a furacões e tempestades, perderia 10% do seu PIB por causa do mau tempo em 2030.
De acordo com o relatório, o aumento na atividade de furacões e tempestades deverá aumentar as despesas com este tipo de problemas em cerca de US$ 33 bilhões por ano em 2030.
O grupo de trabalho que produziu o documento é composto pela ONU, pela seguradora Swiss Re, pela consultoria McKinsey & Company, pela rede ambiental ClimateWorks, pela Comissão Europeia, pela Fundação Rockefeller, e pelo banco Standard Chartered.
O estudo foi divulgado menos de três meses antes da conferência da ONU sobre o clima, que acontece em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. A conferência deve discutir um substituto para o Protocolo de Kyoto, que estabelece metas de redução dos gases causadores do efeito estufa e é válido até 2012.
O financiamento da adaptação às mudanças climáticas nos países mais pobres do mundo também deve ser um dos principais temas do encontro.
Há algumas semanas, outro estudo afirmou que os custos de adaptar o planeta às mudanças climáticas provavelmente serão duas a três vezes mais altos que os previstos pela Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) em 2007.
Clique Leia também: Clique Adaptação às mudanças climáticas vai custar até 3 vezes mais, diz relatório
O estudo acadêmico realizado pelo Instituto Internacional para Meio Ambiente e Desenvolvimento (IIED, na sigla em inglês) diz ainda que o custo total pode subir muito mais se forem levados em conta os impactos de outras atividades humanas.
Em 2007, a convenção da ONU sobre clima estimou o custo de adaptação à mudança climática no ano 2030 entre US$ 49 bilhões e US$ 171 bilhões por ano. Bem mais que a metade desse valor teria de ser aplicado em países em desenvolvimento.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/09/14/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=127361/em_noticia_interna.shtml

Aquecimento global parece adiar nova era do gelo, diz estudo

O aumento na emissão de gases causadores do efeito estufa por humanos parece ter encerrado uma diminuição natural na temperatura de verão do Ártico que acontecia há muitos anos, revelam os autores de um novo estudo.

Cientistas envolvidos no trabalho, que será publicado nesta sexta-feira no jornal Science, dizem que isso oferece evidências de que a atividade humana não está apenas esquentando o globo terrestre, particularmente o Ártico, mas também poderia estar adiando o que seria uma inevitável era de gelo prevista para acontecer nos próximos milênios.

A reversão da tendência de diminuição lenta das temperaturas no Ártico, registrada em amostras de lama do leito de lagos, gelo glacial e anéis de árvore do Alasca até a Sibéria, foi rápida e pronunciada, diz a equipe.

Estudos anteriores também mostraram que o Ártico, mais que o planeta como um todo, tem passado por um aquecimento incomum nas últimas décadas. A nova análise provê detalhes década por década sobre as tendências de temperatura dos últimos 2.000 anos - um período cinco vezes maior do que qualquer trabalho prévio.

Diversos cientistas do clima disseram que o novo estudo é mais significativo por mostrar com que potência o clima Ártico parece estar respondendo ao aumento nas emissões de gases causadores do efeito estufa que está tendo uma resposta mais complexa e de efeitos sútis no resto do planeta.

Darrell S. Kaufman, principal autor do estudo e especialista em clima da Universidade do Norte do Arizona, disse que a maior surpresa foi a força da mudança do esfriamento para o aquecimento que começou em 1900 e se intensificou depois de 1950.

"A tendência de resfriamento lento é trivial comparada ao aquecimento que tem acontecido e este é o ponto final", disse Kaufman.

Diversos cientistas que não estiveram envolvidos com o estudo concordaram que o ritmo da reversão de temperatura excedeu em muito a variabilidade natural em temperaturas árticas, apoiando a ideia de que o aquecimento foi causada pelos humanos e é potencialmente prejudicial.

De acordo com o estudo, depois de um esfriamento lento de menos de meio grau Fahrenheit por milênio, causado por uma mudança cíclica na orientação do Pólo Norte e do sol, a região esquentou 2,2 graus apenas desde 1900, com a década entre 1998 e 2008 sendo a mais quente em 2.000 anos.

http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/09/04/aquecimento+global+parece+adiar+era+de+gelo+diz+estudo+8261947.html

Estudo sugere que todos os humanos 'são mutantes'

Pesquisa afirma que cada ser humano carrega pelo menos 100 mutações genéticas no DNA.

Um estudo britânico e chinês sugere que cada ser humano possui pelo menos 100 mutações genéticas no DNA. Nos últimos 70 anos, vários cientistas vêm tentando chegar a uma estimativa precisa sobre a taxa de mutação nos humanos.
A pesquisa recente, publicada na edição desta semana da revista científica Current Biology, conseguiu chegar a um número considerado confiável graças às novas tecnologias de sequenciamento genético.
Os cientistas aplicaram a tecnologia ao estudo dos cromossomas “Y” de dois homens chineses. Os pesquisadores sabiam que os dois eram parentes distantes e partilhavam de um antepassado comum que nascera em 1805.
Ao analisar as diferenças genéticas entre os dois homens e o tamanho do genoma humano, os cientistas concluíram que as novas mutações genéticas podem chegar a 100 e 200 por pessoa.
As novas mutações podem, ocasionalmente, levar ao desenvolvimento de doenças graves, como o câncer.
Os cientistas esperam que as descobertas e as novas estimativas sobre as mutações possam abrir caminho para tratamentos que auxiliem na redução do aparecimento das mutações e que possam contribuir para um melhor entendimento sobre a evolução humana.
Busca
Em 1935, um dos fundadores da genética moderna, JBS Haldane, estudou um grupo de homens que sofriam de hemofilia – um distúrbio na coagulação do sangue.
Na época, Helmand sugeriu que cada ser humano carregava cerca de 150 mutações no DNA.
Desde as pesquisas de Helmand, diversos cientistas tentaram produzir estimativas sobre o número de novas mutações ao analisar o DNA de chimpanzés.
Somente agora, com a tecnologia disponível de sequenciamento, os cientistas puderam produzir uma estimativa mais precisa e que, coincidentemente, confirma as estimativas sugeridas por Helmand em 1935.
“A quantidade de dados que geramos com a pesquisa era inimaginável há alguns anos”, disse Yali Xue, do Wellcome Trust Sanger Institute, um dos autores do estudo.
“Encontrar esse pequeno número de mutações foi mais difícil do que encontrar agulha no palheiro”, afirmou o cientista.
O especialista em genética Joseph Nadeau, da Case Western Reserve University, nos Estados Unidos, afirmou que as novas mutações genéticas são fonte de uma variação hereditária, algumas podem causar doenças e distúrbios, enquanto outras determinam a natureza e o ritmo das mudanças evolutivas.
Segundo ele, “as notícias são animadoras”. “Nós finalmente conseguimos obter estimativas confiáveis sobre as características genéticas que são urgentemente necessárias para entender quem somos nós geneticamente”, afirmou o cientista.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/09/03/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=125921/em_noticia_interna.shtml

Pessoas ficam mais felizes quando envelhecem, diz estudo

A maioria das pessoas fica mais feliz quando envelhece, segundo um estudo americano que analisou o comportamento de idosos com mais de 90 anos de idade.
Apesar de preocupações com saúde, dinheiro, mudanças de classe social e a perda de pessoas próximas, os psicólogos acreditam que a velhice é uma fase boa da vida, já que os idosos tendem a aproveitar ao máximo o tempo que resta e sabem como evitar situações que os fariam sentir tristeza ou stress.
O estudo pediu que voluntários com idades entre 18 e 95 anos participassem de experimentos e mantivessem um diário sobre seu estado emocional. A pesquisadora Laura Cartensen, da Universidade de Stanford, descobriu que as pessoas mais jovens ficavam de mau humor com maior frequência e por mais tempo que as mais velhas.
Além disso, os mais idosos lidaram melhor com críticas pessoais e conseguiram controlar e equilibrar melhor suas emoções. “Com base neste trabalho, sabemos que as pessoas mais velhas sabem que o tempo delas está cada vez mais curto. Elas querem aproveitar ao máximo, então evitam situações que os farão infelizes”, explica a psicóloga Susan Turk Charles, especialista no assunto.
“Elas também tiveram mais tempo para aprender e compreender as intenções dos outros, o que os ajuda a evitar essas situações de stress”.
“Experiência positiva”
O chefe de políticas públicas da organização britânica Age Concern, Andrew Harrop, disse que o estudo traz boas notícias. “Para muitas pessoas, a velhice representa medo e preocupação. Muitos jovens assumem que envelhecer é um processo que inevitavelmente vai trazer doença, fragilidade, menos independência. No entanto, isso está longe da verdade em muitos casos”, diz ele.
“Muitos idosos levam vidas ativas e saudáveis, enriquecidas pela experiência e o aprendizado”. Para Harrop, a pesquisa mostra que os mais velhos ainda têm contribuições importantes a fazer para a sociedade. “O estudo é um de muitos que provam que a velhice pode ser uma experiência extremamente positiva”.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/08/08/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=122067/em_noticia_interna.shtml

Estudo vincula simetria facial e saúde mental em homens

Homens com faces simétricas têm menos probabilidade de perder sua memória e sua inteligência na velhice, dizem pesquisadores britânicos. Psicólogos da University of Edinburgh, na Escócia, dizem ter encontrado um vínculo entre simetria facial e desempenho mental em indivíduos com idade entre 79 e 83 anos de idade.
Os pesquisadores analisaram resultados de uma grande pesquisa sobre saúde mental feita na Escócia em 1932 e mapearam os rostos dos participantes a partir de fotografias. Segundo os especialistas, o estudo encontrou um vínculo entre condição física e declínio mental.
O estudo, publicado na revista científica Evolution and Human Behaviour, sugere que a simetria facial seja um indicador de que um homem vivenciou menos perturbações genéticas e ambientais como doenças, exposição a toxinas, má-nutrição ou mutações genéticas durante o seu desenvolvimento. O psicólogo responsável pela pesquisa, Lars Penke, disse que estudos anteriores já estabeleceram que o declínio mental é um dos aspectos do envelhecimento geral do organismo.
Para o pesquisador, a simetria facial poderia ser usada como um sinalizador que ajudaria a prever esse declínio.
A equipe não foi capaz de encontrar resultados comparáveis em mulheres. Uma possível explicação, segundo os pesquisadoers, é que o DNA pode talvez exercer um efeito diferente sobre o envelhecimento das mulheres.
Outra teoria é de que o declínio mental seja atrasado nas mulheres porque, em média, elas vivem mais

Divulgação/University of Edinburgh

Simetria facial poderia ser usada como sinalizador que ajudaria a prever o declínio mental, diz pesquisador
 

Humanos podem ter assassinado Neandertal há mais de 50 mil anos

Uma pesquisa da Universidade de Duke, da cidade de Durham, no Estado americano da Carolina do Norte, indica que um homem de Neandertal pode ter sido morto por humanos modernos em um confronto ocorrido há mais de 50 mil anos. O estudo poderia indicar que os humanos modernos podem ter colaborado para provocar o desaparecimento dos neandertais.Os pesquisadores analisaram o esqueleto de um neandertal chamado pelos cientistas de Shanidar 3 - um dos nove neandertais descobertos entre 1953 e 1960 em uma caverna no nordeste do Iraque. Ele foi morto há entre 50 mil e 75 mil anos quando tinha entre 40 e 50 anos de idade.Neste esqueleto foi identificado um ferimento profundo que atingiu uma das costelas no lado esquerdo. Segundo os pesquisadores, este ferimento poderia ter sido causado por uma lança de um tipo usado pelos humanos modernos, mas não por homens de Neandertal."O que temos é um ferimento na costela com uma série de possíveis explicações", afirmou Steven Churchill, professor associado de antropologia evolucionária na Universidade de Duke."Não estamos sugerindo que ocorreu um ataque relâmpago, com humanos modernos marchando pela terra e executando homens de Neandertal", acrescentou."Acreditamos que a melhor explicação para este ferimento é uma arma que pode ser lançada e, levando em conta os que tinham esta arma e os que não tinham, isto implica em pelo menos em um ato de agressão entre as espécies." Na pesquisa, Churchill e seus colegas usaram um arco e flecha especialmente calibrados, cópias de antigas pontas de lança feitas de pedra e várias carcaças de animais para chegar a esta conclusão.O estudo foi divulgado pela publicação científica Journal of Human Evolution Sem conclusões O estudo não conclui de forma definitiva quem foi o responsável pela morte de Shanidar 3 ou qual foi a razão.Aparentemente o ferimento na costela do Neandertal pode ter começado a cicatrizar antes de sua morte. Uma comparação da ferida com registros médicos da época da Guerra Civil Americana, no século 19 - antes da criação dos antibióticos -, sugeriu que ele morreu semanas depois de ser ferido, talvez devido a danos no pulmão associados ao ferimento.De acordo com Steven Churchill, vestígios arqueológicos sugerem que há 50 mil anos os humanos modernos e não seus primos, os homens de Neandertal, tinham desenvolvido armas de caça que podiam ser lançadas.Os humanos daquela época usavam atiradores de lanças, punhos de armas que podiam ser trocados e que se conectavam com dardos e lanças, para, de forma efetiva, aumentar o comprimento do braço que quem os atirava e aumentar a força dos projéteis.Humanos e homens de Neandertal usavam facas feitas de pedra e desenvolveram técnicas para fabricar pontas de flechas e lanças afiadas a partir de pedras. Enquanto a tecnologia da fabricação de armas avançava entre humanos, os homens de Neandertal continuavam usando lanças longas, queeles preferiam manter em suas mãos em vez de lançarem, de acordo com Churchill.Porcos Ao analisar o ferimento na costela de Shanidar 3, os estudiosos chegaram à conclusão de que ele não poderia ter sido feito com uma faca pré-histórica, pois tinha sinais de que a lança teria atingido a costela com pouca energia cinética.Os pesquisadores dispararam projéteis, cópias de pontas de lança pré-histórica, contra carcaças de porcos usadas para substituir o que seria o corpo do homem de Neandertal.Ao fazer uma comparação com outros estudos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que uma lança do tipo usado pelos homens de Neandertal, teria causado um ferimento maior.E o ângulo da ferida apresentada por Shanidar 3, 45 graus para baixo, também coincide com a trajetória de uma arma que foi atirada, supondo que Shanidar 3, que tinha cerca de 1,6 m, estivesse em pé no momento em que foi ferido.

Arqueólogos encontram 'tesouro budista' na Mongólia

Relíquias budistas raras desaparecidas havia mais de 70 anos foram encontradas neste sábado no deserto de Gobi, no sul da Mongólia, por uma equipe de arqueólogos austríacos e mongóis. Entre os artefatos encontrados estão estátuas, obras de arte, manuscritos e objetos pessoais de um importante mestre budista do século 19, Danzan Ravjaa.

O líder da expedição, o austríaco Michael Eisenriegler, disse à BBC que sua equipe já desenterrou duas caixas cheias com "os mais impressionantes objetos de arte budistas".
"(O tesouro) é de extraordinário valor para a cultura da Mongólia, porque o budismo foi quase extinto durante o regime comunista, especialmente na década de 30", disse Eisenriegler. "Estou completamente exausto neste momento, mas também completamente impressionado com o que vi."
Mosteiro
As relíquias encontradas pela equipe pertenciam ao Mosteiro de Khamaryn e haviam sido enterradas no deserto de Gobi nos anos 30 por um monge chamado Tudev.
Na época, durante o regime comunista, centenas de mosteiros foram saqueados e destruídos na Mongólia. O religioso decidiu enterrar o tesouro para escondê-lo dos exércitos da Mongólia e da União Soviética.
Somente Tudev sabia onde os 64 baús com as relíquias estavam escondidos. Antes de morrer, ele passou o segredo a seu neto, o historiador Zundoi Altangerel.
Na década de 90, Altangerel conseguiu desenterrar alguns dos baús com as relíquias e abriu um museu para exibí-las.
Segundo o historiador, como a segurança do museu era mínima, na época ele decidiu deixar o restante do tesouro enterrado no deserto.
Eisenriegler ficou sabendo da história e convenceu Altangerel a participar de uma busca pelo resto do tesouro. Segundo o austríaco, 20 dos 64 baús enterrados por Tudev permanecem escondidos no deserto.
As peças encontradas neste sábado também serão expostas no museu, que fica na cidade de Sainshand, no sul da Mongólia.

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/08/01/arqueologos+encontram+tesouro+budista+na+mongolia+7633902.html