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Mulher x dinheiro: pesquisa mostra como essa relação muda com o tempo

A relação das mulheres com o dinheiro muda com o passar do tempo, mostrou uma pesquisa realizada pela Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, com mais de 2 mil mulheres.

Entre aquelas com até 25 anos de idade, a aposentadoria é considerado como algo distante e grande parte delas ainda não está pensando no assunto. Por isso, menos de metade investe ou poupa . Mesmo assim, elas têm o interesse de comprar ou reformar a casa no longo prazo. No curto prazo, gastam mesmo é com moda (roupas, sapatos e acessórios).

Em relação à casa em que vivem, elas têm pouca responsabilidade nas decisões de compra e no pagamento das despesas domésticas.

Outras faixas etárias
Quando analisadas as mulheres entre 26 e 40 anos, é possível observar que algumas já começam a pensar em aposentadoria, mas, mesmo assim, menos da metade delas poupa ou investe. Entre as que costumam poupar ou investir, muitas vezes fazem isso sem objetivo específico.

Essas mulheres têm baixo grau de responsabilidade no pagamento das contas domésticas, assim como as mais novas, mas têm relevante grau de responsabilidade em relação às decisões de compra familiar.

Entre as mulheres acima de 40 anos, apesar de menos da metade poupar ou investir, elas já avaliam a melhor forma de se preparar para a aposentadoria. Este grupo é responsável pelas decisões de compra da família, sendo que dividem com o parceiro o pagamento das despesas domésticas. Os principais gastos evitáveis, mas que elas fazem, são com produtos e serviços para a casa.

http://br.pfinance.yahoo.com/17022010/22/financas-mulher-x-dinheiro-pesquisa-mostra.html

Mulheres otimistas 'vivem mais', diz estudo

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha revelou que 73% dos habitantes do país dizem não ter energia para uma noite de sexo com o parceiro ou parceira.
Dois mil adultos de várias cidades britânicas foram entrevistados no levantamento, feito pela rede de serviços médicos e spa Nutfield Health, uma entidade sem fins lucrativos.
Dos 73% que se disseram sem energia para sexo, 58% disseram que o problema se deve à falta de condicionamento físico.
A pesquisa também mostrou outros sinais de que as tentativas do governo britânico de melhorar a saúde e o condicionamento físico da população estão fracassando.
O estudo verificou, por exemplo, que cerca de um terço (36%) dois ouvidos não correria para pegar um ônibus.
Mais da metade (59%) tomaria um elevador em vez de subir dois andares de escada e, se o controle remoto estivesse quebrado, 15% prefeririam assistir a um programa de TV de que não gostam a levantar e trocar de canal.
Cidades “preguiçosas”
A pesquisa estabeleceu um ranking das cidades mais "preguiçosas" da Grã-Bretanha. A campeã da preguiça é Glasgow (onde 75% admitiram não fazer exercícios suficientes), seguida de perto por Birmingham. Londres foi a quarta mais preguiçosa.
Apesar da preocupação crescente com altos índices de obesidade entre crianças, dois terços (64%) dos adultos com filhos admitiram estar sempre "muito cansados" para brincar com as crianças.
O levantamento conclui que "não é de se admirar" que uma em seis crianças seja classificada como obesa antes de começar a escola.
Apesar da fama de amantes dos cachorros, o estudo revelou ainda que a metade dos britânicos entrevistados (52%) não tem energia para levar o cachorro para passear.
O estudo oferece, no entanto, alguma esperança de mudança, já que quase um terço (28%) dos participantes disse que estaria disposto a melhorar seu condicionamento físico se achasse que isso os tornaria mais atraentes para o parceiro ou parceira.
"As pessoas precisam ficar mais saudáveis, não apenas para seu próprio bem estar, mas também para o de suas famílias, amigos e até seus bichos de estimação", disse a diretora da Nutfield Health, Sarah Dauncey.
"Comida pronta, controles remotos e até compras pela internet estão contribuindo para uma Grã-Bretanha preguiçosa e ociosa. A nação caiu em um ciclo vicioso de preguiça que precisamos interromper."

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/08/10/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=122290/em_noticia_interna.shtml

22% das mulheres têm pouco ou nenhum desejo sexual

Uma pesquisa revela: 22% das mulheres, de todas as idades, têm pouco ou nenhum desejo sexual. Entre os principais motivos estão o estresse, a ansiedade e a depressão.
Reportagem de José Vicente.

http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=143079