Smartphones: a computação móvel inteligente

A tecnologia móvel tem feito do celular a ferramenta mais útil na resolução dos problemas do cotidiano, e ainda traz diversão ao usuário


O avanço tecnológico dos smartphones tem feito com que os aparelhos se tornem cada vez mais parecidos com computadores pessoais, mas com uma agilidade ainda maior que as velhas máquinas. Com base em internet e aplicativos, a tecnologia tem feito os celulares tornarem-se imbatíveis e imprescindíveis na vida moderna.
Com a melhoria da qualidade da internet para celular, os smartphones passaram a dispor aos seus usuários algumas aplicações que antes existiam somente nos computadores de mesa. E mais: outros programas basearam-se na identificação do sinal do celular para oferecer serviços em tempo real de acordo com a localização do aparelho, algo que, por meras questões de praticidade, os desktops simplesmente não têm como lidar. Para isso, os aplicativos capturam os dados em servidores geralmente hospedados na internet (assim como na computação em nuvem) e passam ao usuário pela internet de acordo com as suas solicitações.
Existem possibilidades, presentes e futuras, para a computação em nuvem ser utilizada pelos celulares. Uma delas promete revolucionar o transporte público: um projeto de “ônibus do futuro” feito na Suíça, onde o coletivo, feito para até quatro pessoas, teria, dentre outras coisas, uma tela para o usuário acessar os arquivos de seu smartphone via nuvem. (aqui sugiro um link para a pauta de Mobilidade urbana, onde falei desse assunto) Outra delas, mais simples, já é utilizada na cidade de São Paulo: um aplicativo que diz onde está o ônibus mais próximo do usuário. Ele cruza informações disponíveis nos monitores de mapas e trânsito da cidade e da SPTrans, empresa de ônibus da capital paulista, e entrega a informação ao usuário em tempo real.
A computação móvel ainda mostra saídas úteis aos ser humano. Aplicativos de bancos e de sites de comércio online (m-commerce, neste caso) já estão em uso no Brasil e no mundo. Outras apps ajudam o usuário a manter o controle sobre a própria saúde: um deles, por exemplo, lembra periodicamente quando ele deve tomar um copo de água. Outro, por sua vez, auxilia os diabéticos a controlarem a própria taxa de açúcar no sangue. O aplicativo de uma provedora de T V a cabo permite, ainda, que se monte uma programação sua, com os programas que lhe interessam apenas, e ser avisado de quando eles estão para começar.
Com a clara intenção e habilidade de fazer os usuários esquecerem de vez os desktops, a computação móvel chegou a níveis até então inimagináveis. Desde um aplicativo que te auxilia a controlar o seu orçamento até outro que emite o som de um pandeiro e nada mais, a tecnologia dos celulares trabalha para fazer com que os aparelhos se tornem ainda mais
“pessoais” e com certeza muito mais úteis do que os PCs sempre foram.


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